domingo, 20 de dezembro de 2009

Carreira Profissional


Carreira Profissional – O que fazer?
Você já tentou se projetar para o futuro e imaginar como estará sua carreira profissional daqui a dez ou vinte anos? Certamente, não passa pela sua cabeça chegar aos 40 anos sem saber o que quer da vida. Por mais rápida que seja, toda experiência pode servir como parâmetro para suas escolhas no campo profissional.
Conhecimento teórico é bastante importante, mas sem a vivência cotidiana em uma organização, em que se colocam em prática tais conhecimentos, o tão esperado sucesso profissional pode demorar mais a chegar.

Alguns relatos:
"Esta experiência de estágio tem me permitido conviver com questões corporativas, pois estar numa grande empresa, participar de reuniões e trocar ideias com profissionais mais experientes faz toda a diferença", diz Maria Clara Picarelli, estagiária responsável pela parte de Benefícios da área de RH da indústria farmacêutica Eli Lilly do Brasil. Por recomendação de uma amiga, a estudante de Administração da USP disse ter buscado a empresa por saber de sua reputação com o desenvolvimento de pessoas, cujo setor de Recursos Humanos é muito forte e considerado um dos melhores lugares para se trabalhar.
Realmente, identificar-se com os valores da empresa diminui bastante a chance de frustração. Foi apostando suas fichas nisso que o Administrador de Empresas, Maurício Tkatchuk iniciou sua carreira de trainee na Mercedes-Benz, há um ano e meio. Efetivado ao final do processo, hoje, aos 22 anos de idade, atua como Planejador de Logística e coordena uma equipe de cinco pessoas, incluindo um estagiário. "Poder circular em diferentes áreas da empresa me ajudou no processo de amadurecimento e a fazer escolhas que determinaram meu futuro na companhia", afirma o profissional.
Já o Engenheiro Mecânico de 24 anos, Jazon Barros, com sete meses de casa, reconhece também que como trainee seu papel ali não se restringe a trocar experiência com as pessoas, mas deve também oxigenar a capacidade produtiva da empresa. "Com uma carga de responsabilidade maior que a de um estagiário, acredito que o trainee deve contribuir mais para os resultados da empresa", diz ele.
Nesse aspecto, o compromisso com os resultados ganha força e vida no ambiente corporativo. À semelhança do que ocorre na Mercedes-Benz, a analista de Recursos Humanos da indústria farmacêutica Eli Lilly, Juliana Tomassini, observa ser crucial haver entre todos, dos estagiários aos funcionários efetivos da empresa, a responsabilidade pela maximização produtiva, em conformidade com os objetivos da companhia. Para isso, performance e um plano de metas são relacionados e anualmente analisados.
Juliana Tomassini acredita que uma prova de que estão no caminho certo aparece na taxa de efetivação de 40% de seu pessoal, demonstrando baixo turnover. "Aqui, o profissional pode evoluir em alguma expertise que sinta necessidade com foco na performance ótima. O estagiário, em especial, deve ter um acompanhamento mais próximo para que amadureça com a troca de conhecimentos e chegue onde queira de forma a ser eficiente no que faz, aplicando toda a sua competência a sua área de atuação
Porém, nem só de empresas sérias vive o mundo corporativo, por isso, muitos universitários acabam concluindo os estudos sem estar inseridos na área de formação. Em fóruns de discussão sobre o tema na Internet o que mais se lê são frases do tipo: "Não quero ser mão-de-obra barata!", "Não vou estudar tanto para ser um estagiário que só tapa-buraco."Para se evitar problemas assim, devem ser preservados interesses comuns a serem compartilhados entre Universidade, Estagiário e Empresa.
Para o Coordenador do GCET (Grupo de Coordenadores de Estagiários e Trainees), Abraão Dantas dos Santos Jr., cada parte leva o seu quinhão já que o jovem entra com gás e quer mostrar serviço para a empresa. "Esta, por sua vez, pode se beneficiar não só pela isenção fiscal, mas pelo fato de poder lapidar o estagiário como quiser, pois ele ainda não apresenta vícios. Para a Universidade é ótimo também, afinal o que ela quer é ver seu aluno no mercado de trabalho. "A preocupação de inserir jovens na ativa inclui-se no aspecto da questão social, já que o maior índice de desemprego no Brasil chega a quase 9% nessa população. Os que estão entre 17 e 20 anos de idade correspondem a 20% desse total, ou seja, dobra o percentual, porque é mesmo difícil ter a primeira oportunidade".
Em junho deste ano, o GCET apresentou uma pesquisa realizada com 61 grandes empresas e 1639 estagiários, cujo principal objetivo foi levantar quais são as melhores práticas de estágio. Alguns números surpreendem: em 34% das empresas pesquisadas, a taxa de efetivação de estagiários é de 50% a 80% e a bolsa-auxílio varia de R$ 800,00 a R$ 1.300,00, em 64% das empresas ouvidas na pesquisa. Entre os cursos que possuem as melhores oportunidades estão Administração de Empresas, Ciências Econômicas, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Psicologia e Sistemas de Informação.
Mas para dar o pontapé inicial na carreira, não basta receber a informação de que determinada empresa está recrutando estagiários ou trainees, é preciso ter seu currículo avaliado em seleção prévia, fazer testes específicos e participar de dinâmicas de grupo. Nessa etapa, os principais comportamentos avaliados são o trabalho em equipe, a capacidade de comunicação e iniciativa.
E por que não iniciar a carreira agora mesmo buscando uma vaga de estágio? Fique atento aos cartazes fixados na sua faculdade e vá à luta.
Por Paulo Oliveira, especial para o Yahoo! Brasil (18/08/09)

Postado por Alceu.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Blogger


O que é Blogger?
O Blogger é uma ferramenta de Internet que ajuda você a publicar e atualizar seu blog a todo instante, de qualquer lugar do planeta, sem complicação ou programação.

O que o Blogger faz?
O Blogger permite que você atualize seus blogs de um jeito fácil e simples, sem se preocupar com instalação de programas, códigos ou scripts. Ele dá total controle sobre o conteúdo e o visual de seus blogs e ainda permite que você faça tudo isso de qualquer lugar do planeta, através da Internet.

Como o Blogger funciona?
É simples: você utiliza um formato pronto disponível da biblioteca de estilos ou fornece ao Blogger o formato básico de sua página ou site. Depois, é só inserir e publicar o conteúdo utilizando o Blogger e usando os botões de comando. Pronto, sua página está atualizada! Sempre que você quiser adicionar novidades, notícias ou qualquer outro conteúdo ao seu blog ou site, basta escrever no Blogger e publicar.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Sistema S

Sistema S é o nome pelo qual ficou convencionado de se chamar ao conjunto de onze contribuições de interesse de categorias profissionais, estabelecidas pela Constituição brasileira.
As receitas arrecadadas pelas contribuições ao Sistema S são repassadas a entidades, na maior parte de direito privado, que devem aplicá-las conforme previsto na respectiva lei de instituição. As entidades em questão são as seguintes:

Agricultura
SENAR - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural
Comércio
SENAC - Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio
SESC - Serviço Social do Comércio
Cooperativismo
SESCOOP - Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo
Indústria
SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial
SESI - Serviço Social da Indústria
Transporte
SEST - Serviço Social de Transporte
SENAT - Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte
Outras áreas
DPC - Diretoria de Portos e Costas do Ministério da Marinha
INCRA - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
Fundo Aeroviário - Fundo Vinculado ao Ministério da Aeronáutica
Observando-se que a maioria das instituições acima tem sua sigla iniciada pela letra "S" compreende-se o motivo do nome do Sistema S.
A criação desses organismos e de suas fontes de receita, remonta a meados da década de 40 e apenas quatro delas (SEBRAE, SENAR, SEST e SENAT) foram instituídas após a Constituição Federal de 1988.
Em geral, as contribuições incidem sobre a folha de salários das empresas pertencentes à categoria correspondente sendo descontadas regularmente e repassadas às entidades de modo a financiar atividades que visem ao aperfeiçoamento profissional (educação) e à melhoria do bem estar social dos trabalhadores (saúde e lazer).

Mitologia Grega

A mitologia grega compreende o conjunto de mitos, lendas e entidades divinas, (deuses e heróis) presentes na religião da Grécia Antiga, criados e transmitidos originalmente por tradição oral, muitas vezes com o intuito de explicar fenômenos naturais, culturais ou religiosos como os rituais.
Os historiadores da mitologia grega têm, muitas vezes, de se basear em dados em fragmentos de obras literárias, por exemplo ou através de indícios transmitidos principalmente em vasos, para tentarem reconstituir a riqueza narrativa e conceptual de uma das mitologias mundiais que mais interesse desperta.
Nas suas várias lendas, histórias e cânticos, os deuses da antiga Grécia são descritos como quase humanos em aparência, porém imunes ao tempo e praticamente imunes a doenças e feridas, capazes de se tornarem invisíveis, de viajarem grandes distâncias quase que instantaneamente e de falarem através de seres humanos sem o conhecimento destes.
Cada um dos deuses tem sua própria forma física, genealogia, interesses, personalidade e sua própria especialidade. Essas descrições, no entanto, têm variantes locais que nem sempre estão de acordo com as descrições usadas em outras partes do mundo grego da época. Quando esses deuses eram nomeados em poesias ou orações, eles se referiam a uma combinação de seus nomes, com estes os identificando, os distinguindo de outros deuses.
O espectro da mitologia grega é enorme. Abrange desde os crimes mais cruéis dos primeiros deuses e as sangrentas guerras de Tróia e Tebas, à infância de Hermes.
Assim como seus vizinhos, os gregos acreditavam num panteão de deuses e deusas que eram associados a específicos aspectos da vida. Afrodite, por exemplo, era a deusa do amor, enquanto Ares era o deus da guerra e Hades o dos mortos, como Apolo e Dioníso revelavam personalidades e uma variedade de funções, enquanto outros como Hélio, o Sol, eram pouco mais que personificações.
Apesar de centenas de seres poderem ser considerados deuses ou heróis, alguns não representavam mais que folclore ou eram honrados somente em lugaresou festivais específicos.
Rituais de maior abrangência e os grandes templos eram dedicados e em sua maioria eram o foco central. A maioria das cidades adoravam os deuses maiores com rituais peculiares e tinham para estas lendas igualmente próprias.

Apresentação do Grupo de Talento

O grupo de talento falou um pouco de diversas artes:
-Poesia
-Grafite
-teatro
-Dança
-Arte Moderna e Comtemporânea
-Tipo Musical: Choro, um ritmo proveniente do samba.

Ética


Nossa sociedade vive na atualidade uma redescoberta da ética. Há exigências de valores morais em todas as instâncias sociais, sejam elas cientificas, políticas, ou econômicas. Certamente essa situação não se dá por acaso; basta observarmos que ela surge no mesmo momento em que a sociedade passa por uma grave crise de valores identificada pelo senso comum como falta de respeito pelos outros e de limites, além da dificuldade de internalizarem normas morais, respeito ‘as leis e regras sociais.
São valores e normas que regulam a sociabilidade, ou seja-a convivência dos homens em sociedade.
O homem é um ser social, pois vive em sociedade.

O que é sociedade
Sociedade é a reunião de seres que vivem em grupo. Num sentido mais restrito, sociedade é o conj. De pessoas que vivem em determinada faixa de tempo e espaço — seguindo normas, valores e leis comuns a consciência d que esta Inserido.
Se vivermos em sociedade encontramos normas regras, leis, valores e modos de relacionamento, que um dia alguém estabeleceu com objetivo de sociabilizar a conduta humana, para viver dentro de uma ordem humana padronizada conforme a época existencial, seja no trabalho, na família ou entre amigos.
E, depois de inventada uma certa ordem, reconhecida como justa e verdadeira para uma determinada época, são os homens que julgam seus próprios comportamentos — e o do outro -, avaliam se estão de acordo ou contra o que está estabelecido.
Existe um julgamento do comportamento humano através das leis jurídicas,que possui um caráter objetivo ou positivo diante da perturbação da ordem social, determinando o tipo de punição cabível ao fato em si. Estamos falando do Campo do Direito, que às vezes não estamos de acordo, sendo impostas pelo Estado.
Uma outra forma de julgamento do comportamento humano é de ordem subjetiva o indivíduo atribuindo valores aos atos humanos diante de determinada situação.

CONCEITUAÇÃO DA ÉTICA -EMPRESA
Ética é uma tentativa de separar o certo do errado; um estudo dos juízos para apreciar a conduta humana do ponto de vista do bem e do mal.
Na vida cotidiana nos deparamos com uma infinidade de problemas como os seguintes:
1. Devo avisar ao meu chefe que seu subordinado, meu amigo, usa o tempo do expediente para vender trabalhos artesanais aos colegas?
2. Devo dizer sempre a verdade? Há ocasiões em que é preferível mentir? Quais?
3. Tenho o direito de atirar num suspeito que se aproxima de mim à noite em lugar perigoso antes de ser agredido?
4. Devo cumprir uma ordem que não me parece eticamente correta, ou é preferível arriscar meu conceito na empresa, ou mesmo meu emprego?
5. Posso usar no meu produto matérias primas de baixa qualidade, com a finalidade de baixar o custo, quando o risco de ser descoberto é remoto e os malefícios aos consumidores pequenos?
6. Posso usar o tempo de expediente na empresa numa situação de emergência para obter ganhos monetários adicionais?
7. Devo avisar ao chefe que meu colega e amigo não é competente ou “não veste a camisa” da empresa?
8. Posso empregar um amigo na empresa, mesmo sendo ele competente, mas não o mais competente para a posição?
9. Posso dar prioridade a investimentos na qualidade do produto em detrimento de investimentos na segurança dos empregados?
10. Posso usar software pirata?
11. Posso vender sem nota fiscal para assegurar a sobrevivência da empresa e o emprego de pessoas que me são leais?
12. Posso vender sem nota fiscal para aumentar meus lucros, meus investimentos e criar novos empregos?
13. Posso comprar sem nota fiscal para conseguir um abatimento no preço do produto?
14. Posso promover um subordinado competente, embora não o mais competente para a posição em tela porque ele me é leal? Porque é meu amigo?
15. Posso distorcer um pouco a verdade para vender um produto quando os danos para o comprador são muito pequenos?
16. Posso usar na empresa que me emprega atualmente informações confidenciais que aprendi em emprego anterior e em relação aos quais não firmei nenhum compromisso de não utilizar em outra organização? Em que condições?
17. Posso usar na empresa que me emprega atualmente informações confidenciais que aprendi num emprego anterior se isto for indispensável para a manutenção do meu emprego?
18. Posso comprar num camelô, que visivelmente não está registrado e não paga imposto, a fim de obter um preço mais baixo?
19. Posso comprar num camelô, que visivelmente não está registrado e não paga imposto, para conseguir um produto de que necessito e não posso obtê-lo de outra forma?
20. Posso avançar o sinal vermelho à noite, em lugar perigoso, quando não vem nenhum carro na outra direção, mesmo que não haja sinal visível de perigo?
21. Posso avançar o sinal vermelho de dia, em lugar pouco perigoso, quando não vem nenhum carro na outra direção e não há pedestres querendo atravessar a rua?
22. Posso fazer campanha eleitoral por um amigo, que não parece ser bom candidato, mas vai me favorecer, embora respeitando a legislação?
Todas essas situações são eminentemente práticas e caracterizam problemas que não afetam apenas a pessoa que as analisa. As respostas não são simples e, quase sempre, envolvem muitas variáveis e não apenas as que estão explicitadas na questão. Existem situações ambíguas de julgamento difícil. Nesses casos, as pessoas têm necessidade de recorrer a princípios e normas que orientem suas ações. Casos semelhantes podem ter soluções diferentes, dependendo das variáveis envolvidas.

“Em situações como estas, os indivíduos se defrontam com a necessidade de pautar seu comportamento por normas que se julgam apropriadas para definir ações mais dignas de serem cumpridas. Estas normas são aceitas intimamente e reconhecidas como obrigatórias: de acordo com elas, os indivíduos compreendem que têm o dever de agir desta ou daquela maneira. Nestes casos, dizemos que o homem age moralmente e que neste seu comportamento se evidenciam vários traços característicos que o diferenciam de outras formas de conduta humana. Sobre este comportamento, que é o resultado de uma decisão refletida e, por isto, não puramente espontânea ou natural, as outras pessoas julgam, de acordo também com normas estabelecidas, e formulam juízos a respeito da pessoa que agiu desta ou daquela forma”.
Nenhuma sociedade pode sobreviver e progredir sem um conjunto de princípios e normas que defina o tipo de comportamento socialmente aceito como ético.

A importância do trabalho



O trabalho é o principal fator de produção de riqueza, O próprio capital resulta, em última instância, de uma remuneração de fatores de produção que foi reinvestida para aumentar a eficiência ou o volume da produção. Só se pode consumir o que se produz e o trabalho é o principal fator de produção. Fizemos algumas considerações sobre a divisão do trabalho e seu papel na produção. Vamos aprofundar alguns pensamentos sobre a natureza do trabalho.
Muitos adotam o ponto de vista de que o trabalho é um fardo, de que o homem é obrigado a trabalhar para sobreviver ou, caso seja afortunado, conseguir excedentes suficientes para permitir-lhe fazer as coisas de que gosta Além dessa abordagem, a maioria das discussões sobre trabalho leva em conta os seguintes pressupostos:
1. o trabalho é parte essencial da vida do homem: é ele, muitas vezes, quem define o papel de um indivíduo na sociedade;
2. as pessoas tendem a gostar do seu trabalho ou a procurar trabalhos que lhes tragam satisfação;
3. o trabalho é uma atividade social;
4. o moral do trabalhador não tem relação com as condições materiais do trabalho. Itens como temperatura, iluminação, ruído e umidade afetam a saúde física e o conforto e não a motivação;
5. sob condições normais, o dinheiro é um dos incentivos menos importantes:
6. o desemprego é um poderoso incentivo negativo, porque elimina o homem de sua sociedade.